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Parte 5.2 - A Investigação Criminal




 
5.2


 
A Investigação Criminal


A investigação criminal sendo liderada pelo Sr. Sneddon de Distrito de Santa Barbara e o Sr. Garcetti do Condado de Los Angeles, era totalmente diferente do processo civil. Ests foram ums das denúncias criminais mais rigorosamente investigadas já desenvolvidas em um esforço conjunto por duas comarcas.

A Quinta Emenda da Constituição dos EUA e o artigo I, seção 15, da Constituição da Califórnia dá ao réu, em um caso criminal, a opção de testemunhar ou se abster de fazê-lo. A opção de testemunhar ou não a é um dos direitos mais importantes prestados pela Constituição, e a decisão de testemunhar é uma das decisões mais importantes que um réu deve enfrentar em um processo criminal.

Na oposição do Sr. Garcetti e do Sr. Sneddon ao Movimento do advogado de Michael Jackson para uma ordem de proteção, em dezembro de 1993, afirmaram que queriam garantir ao Tribunal que “o progresso da investigação de abuso infantil de Michael Jackson não estava conectada ou ditada pelo procedimento de descoberta no caso civil”.  Eles aberta e publicamente declararam que o processo civil não tinha nada a ver com o caso crirninal. No entanto, era intenção deles tirar o máximo proveito das informações obtidas no processo civil para ajudar oss esforços dele na repressão crirninal, mesmo com a garantia de que eles ainda eram incapazes coletivamente de indiciar Michael Jackson sobre as acusações de abuso sexual infantil.

Mais de 400 testemunhas foram entrevistadas, dois grandes júris foram implantados, e dezenas de milhares dólares dos contribuintes foram gastos foram gastos ao longo de um período de oito meses, antes que o Sr. Garcetti e o Sr. Sneddon decidissem terminar a investigação criminal deles. O Sr. Garcetti anunciou que a investigação continuaria aberta na pendência de que eventuais testemunhas surgissem até que se verificasse a prescrição criminal, em seis anos.

Tivesem o Sr. Sneddon e o Sr. Garcetti encontrado algo credível para indiciar Michael Jackson, ele teria sido indiciado e julgado por acusações criminais. A liquidação do processo civil não interferiu com o processo criminal nem Michael Jackson comprou uma saída para não ser indiciado. O único problema que o acordo causou foi que, sob a lei da Califórnia, as crianças não podem ser forçadas a testemunhar contra a vontade delas, mas a lei não permite que autoridadespunam as vítimas de crimes sexuais que se negam a depor. A razão pela qual eles não poderiam indiciar era porque o menino de 13 anos era a única testemunha deles, e sem a cooperação dele, não tinham nenhum caso.

Nota da tradutora:

Geraldine se contradisse um pouco aqui. Como ela disse no início do parágrafo, se Sneddon e Garceti tivessem encontrado algo que justificasse o indiciamento criminal, eles o teriam feito e Michael teria ido a julgamento na esfera criminal. O acordo não intereiriu no processo criminal. Ponto. Prdan Chandler ter se recusado a testemunhar não foi o que impediu Sneddon e Garceti de conseguir um indiciamento, senão vejamos: as acusações surgiram meses antes de o acordo ter sido realizado, portanto, se bastasse as alegações de Jordan Chandler, os promtores teriam conseguido o indiciamento logo no inpicio e não precisariam passar oito meses investigando. A ideia que a imprensa e que os promotores passaram para o público é de que ao fazer o acordo, Michael conseguiu calar Jordan Chandler, mas, se assim fosse, por que os promotres não colheram o testemunho de Jordan logo no início? Na verdade, eles tinham um depoimento dele (que é diferente de testemunho) e por que não o usaram para convencer os dois grandes júris a indiciar Michael? Claro que usaram, mas não foi suficiente. Destarte, não foi a recusa de Jordan em testemunhar que acabou com as chances de Sneddon e Garcetti – eles nunca tiveram uma chance. Eles precisavam de algo que corroborace as alegações dos Chandlers e nunca conseguiram encontrar, mesmo após oito meses de massiça investigação.


Dois Grandes Júris, que consistitui de 24 pessoas, (cada um) em dois condados diferentes, uma extensa busca em Neverland Ranch de Michael Jackson, no condomínio Century City, na casa dos pais dele, em Encino, e até mesmo busca no corpo de Michael Jackson, entrevistas com mais de 200 homens, mulheres, meninos e meninas, e até mesmo viajar para fora do país para entrevistar testemunhas, não produziu nenhuma evidência para apoiar uma acusação criminal por abuso de menores.

Casos criminais lidam principalmente com a questão da culpa ou inocência e um júri deve chegar a uma decisão unânime de que um crime foi cometido, para além de uma dúvida razoável. O resultado em um processo penal, se uma das partes for considerado culpado, é principalmente sobre a punição, e / ou multa, ou ambas. Isso difere do processo civil... que é sobre dinheiro.

Embora os casos civis e criminais sejam áreas distintas do Direito e jogam por um conjunto diferente de regras, como mencionado anteriormente, um indivíduo pode ser cobrado em ambos os locais. O processo criminal é geralmente decidido primeiro, e depois que uma determinação de culpa tenha sido estabelecida, a parte prejudicada ajuiza uma ação civil para obter indenização pelo referido crime.

No julgamento de assassinato de O.J. Simpson, vimos que depois que ele foi absolvido no caso do assassinato, ele foi, em essência, julgado novamente no processo civil e foi considerado responsável pelas mortes de Nicole Simpson e Ron Goldman. O caso de O.J. era diferente porque ele foi absolvido da acusação criminal e julgado novamente sob a acusação civil. Ele foi julgado duas vezes pelo mesmo crime, independentemente da regra de dupla penalização, que diz que você não pode ser julgado duas vezes pelo mesmo crime.

Nota da tradutora:

A razão porque O.J foi julgado na esfera cívil sob as mesas alegações (ter matado a esposa e o amante dela) é que quando a absolvição na esfera criminal decorre de falta de provas ela não faz coisa jugada no civil, ou seja, pode ser reexaminada na esfera cívil. Seria diferente se ele tivesse sido absolvido porque o júri chegou à conclusão de que ele não era o autor do crime, ou que o crime sequer foi cometido. E os motivos pelos quais O.J foi absolvido na esfera criminal e condenado da cívil são diveros, e as diferenças nos processos criminais e cíveis são preponderantres. Um rápido paralelo:

No processo criminal:

a)                O reú pode se negar a testemunhar e isso não é tomado como argumento contra ele;

b)                O réu não pode ser forçado a constituir porva contra si mesmo;

c)                 O réu não pode ser forçado a colaborar com a acusação;

d)                É preciso que a promotoria convença o júri da culpa do réu para além de uma dúvida razoável (ônus da porva; cerca de 95% de certeza da culpa)

e)                 É preciso unanimidade.

 

No processo civil

a)                O reú pode ser recusar a testemunhar, mas isso deve ser tomado como indício de culpa;

b)                O réu tem que colaborar com o autor, até mesmo fornecento informaçãos, documentos, etc, que ajudam o autor a porvar o direito dele, ou seja, contitui prova contra si mesmo;

c)                 O réu tem que colaborar com a parte autora;

d)                A parte autora precisa convencer o júri (processo civis com pedido de indenização vão a júri popular nos EUA) de que há mera possibilidade da culpa (ônus da prova fraco, cerca de 55% de certeza da culpa é o suficiente);

e)                 Não é preciso uma decisão unânime.

 

É por isso que o processo criminal deve ocorrer primeiro. A maior liberdade de movimentos pelo autor e as limitações aos direitos do réu no processo civil pode prejudicar demasiadamente os direitos do réu na esfera criminal, caso ele venha a ser julgado criminalmente a posteriori.

No caso de Michael Jackson, muita energia foi dirigida para acusá-lo na alegação de abuso sexual infantil que a investigação de extorsão recebeu atenção e investigação mínimas. Algumas pessoas chamam isso de justiça negra na América branca. Houve um tempo nos Estados Unidos quando um crime grave era um crime apenas se fosse cometido por alguém negro. Esse mesmo crime, se cometido por alguém branco, sempre acaba em um castigo menor ou em uma absolvição. Isso incluía assassinato, estupro, roubo, roubar terra das pessoas e até mesmo brutalidade policial. Não há dúvida de que essa prática causou muita ansiedade em muitos americanos, especialmente na comunidade negra. Mas esse caso também envolveu a palavra de um menino de 13 anos branco contra um macho adulto negro, totalmente negando direitos constitucionais de Michael Jackson, assim como ignorando estado comprovado e leis federais que se aplicam a outros casos.

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