Parte 8: Posfácio

[ sexta-feira, 19 de abril de 2013 | 0 comentários ]

 

Posfácio
 




Em um comunicado emitido por Michael Jackson, em dezembro de 1993, poucos meses após as alegações de abuso sexual infantil, ele disse: "... Durante toda a minha vida eu só tentei ajudar milhares e milhares de crianças a viver uma vida feliz. Traz lágrimas aos meus olhos quando vejo qualquer criança sofrer. Se eu sou culpado de alguma coisa, é de crer no que Deus disse sobre as crianças: 'deixe as criancinhas virem a mim, e não as impeçais, porque delas é o reino de Deus’ [Marcos 10:14]. De maneira nenhuma eu acho que eu sou Deus, mas eu tento ser semelhante a Deus em meu coração”.

Como mencionado no início, a Bíblia diz para "julgar uma árvore pelos frutos que ela produz". As palavras de Michael Jackson, os atos dele, as ações e o estilo de vida dele, tudo valida quem ele realmente é por trás das cenas. Não importa o quã duro a mídia e tablóides tentam retratá-lo como algo diferente do que ele realmente é, as ações passadas e presentes de Michael Jackson falam por si.

Há milhões de cristãos que vivem uma vida casta, sem drogas ou álcool. Quem, por sua vez, dão de volta à sociedade gratidão e agradecimento, em troca do que Deus lhes deu, a vida eterna. Não há muitas pessoas com milhões para dar, como Michael Jackson, mas, coletivamente, cristãos alimentam os pobres em todo o mundo. Eles, também, estão em uma missão de Deus – que está sendo encomendada para dar aos outros, como Deus deu Jesus, o próprio Filho, para a nossa salvação.

A missão de Michael Jackson aqui na terra se estende para além de ser o maior artista de todos os tempos, maior que alimentar os pobres.

Como o reverendo Jesse Jackson disse uma vez, "manter viva a esperança!" Convido os leitores deste livro a continuar a lutar para fazer deste mundo um lugar melhor. Michael Jackson declarou na canção dele, We Are The World. “Está próximo o dia em que todo o mal será tratado e malfeitores terão seu lugar no inferno por toda a eternidade". Isso é verdade se você acredite ou não, se você a reconhece ou não.
O dia está chegando em breve, quando todo mundo vai dar conta das obras feitas na terra. Se você faz parte dos meios de comunicação, um político, um dentista, advogado, membro de gangue, um traficante de drogas, um viciado, uma prostituta, devasso, adúltero, abusador de criança, assassino, ladrão, estuprador, pervertido sexual, racista, e / ou tenha cometido outros atos de escuridão ou qualquer um que viole as leis de Deus, você será obrigado a comparecer perante o trono de Deus, Criador do universo, e julgado de acordo com suas ações.

A boa notícia é que o perdão está disponível para todos, basta pedir. Não importa o que você tenha feito ou quem você é, seja judeu, budista, católico, Testemunha de Jeová, Batista, Pentecostal, ateu, etc, o sangue de Jesus foi derramado para que você possa ser perdoado por todos os seus atos, enquanto você está ainda respirando. Nenhuma ação é muito desonesto para o sangue purificador de Jesus. Se você acredita em Deus ou não, o sangue de Jesus foi derramado por vós. Na verdade, se você não acreditar que isso seja verdade, apenas confie em Deus e receba isso por si mesmo.

A minha oração é que a família Chandler, o Sr. Rothman, e qualquer outra pessoa que participou neste caso, e tem conhecimento de qualquer irregularidade, tenha a coragem de vir com o coração completamente arrependido. Apenas a verdade irá libertar você, e salvação é ganha através do arrependimento. A definição de arrepender-se é: abandonar o pecado e dedicar-se à alteração da vida... Para mudar de ideia. O inferno não foi projetado para o homem. Ele foi projetado para Satanás e suas hordas demoníacas.

Eu também gostaria de exortar o garoto Chandler para vir e dizer a verdade do que realmente aconteceu. É tempo de cura e de encerramento nesse caso. Embora esse caso tenha começou com um monte de exageros, acusações, a cobertura da mídia e as investigações, todos sabem muito bem que a verdade ainda não foi contada. Sua coragem irá definir uma pessoa inocente livre e as bênçãos de Deus irão segui-lo para o resto de sua vida e para a eternidade. Você não pode levar nada desta vida para a eternidade, apenas suas ações estarão diante de você e Deus.
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Parte 7.2 - Michael Segue Em Frente Com A Vida Dele

[ terça-feira, 16 de abril de 2013 | 0 comentários ]
7.2
Michael Segue em Frente com A Vida Dele





Desde que as alegações de abuso sexual de crianças, e as resultantes batalhas legais, Michael Jackson tem seguido em frente com a vida dele. Como todos nós sabemos, ele também se casou com Lisa Marie Presley e o casamento deles acabou com eles se tornando amigos. Em seguida, ele se casou com a enfermeira, Debbie Rowe, em novembro de 1996 e, pela primeira vez, se tornou o orgulhoso pai de duas lindas crianças, Prince Michael e Paris Michael Katherine, nome da capital francesa, onde ela foi concebida. É relatado que, com a ajuda de babás, por 24 horas, ele está criando os filhos e é chamado de pai coruja.

Michael Jackson foi processado em casos de violação de direitos autorais desde as acusações de abuso sexual infantil, mas ganhou todos eles. Ele também foi vitorioso nas ações judiciais movidas por cinco dos antigos guarda-costas dele e no processo de 60 milhões de dólares trazido, em 1999, pelo Dr. Chandler, alegando que Michael Jackson violou o acordo de confidencialidade com as letras na música Dangerous, “Chame-me de judeu, processe-me”.

Nota da tradutora: é a música “They Don’t Care About Us” que estão esses termos. O processo de 60 milhões de Evan Chandler alega violação do acordo em razão da entrevista à Diane Sawyer, e pelas letras de diversas músicas do álbum HIStory. Evan, basicamente, pediu por uma indenização vitalícia e periódica de MJ.


Michael Jackson conseguiu reparar os danos causados à reputação dele ​​pelas alegações de abuso sexual de crianças. Ele continuou, mesmo durante as alegações, a apoiar instituições de caridade numerosas. O amor dele em ajudar crianças carentes nunca mais parou. Ele manteve uma promessa que ele fez para os cidadãos de Krindjabo durante uma visita à Costa do Marfim, na África Ocidental, em 1992, onde ele foi coroado rei dos Sanwis (uma honra que foi dada apenas a dignitários), de construir um centro cultural para a aldeia.

Michael Jackson recebeu um grande apoio da indústria da música. Proprietários da cadeia de recordes informaram que as vendas de álbuns de Michael Jackson tinha, de fato, aumentado após as alegações de abuso infantil. Mesmo que os ouvintes de rádio tenham dito que iriam continuar a comprar discos de Michael Jackson e ir aos shows dele, como está escrito, Michael Jackson não fez um concerto nacional nos Estados Unidos desde as alegações de abuso infantil. É evidente que os fãs dele, nos Estados Unidos, perderam o incrível talento do Rei do Pop. Quando ele entrou no palco no Jackson Family Honors, realizado em fevereiro de 1994, no MGM Grand Hotel, em Las Vegas, o público inteiro se levantou aplaudindo, acenando, mandando beijos e gritando “eu amo você!" por mais de oito minutos. O público estava em alvoroço!

Em setembro de 1999, após seis anos, ocorreu a prescrição da pretensão punitiva sobre as acusações de abuso sexual infantil. Embora esse caso tenha sido concluído quando o júri não conseguiu encontrar provas credíveis suficientes para indiciar Michael Jackson, isso está oficialmente terminado e Michael Jackson está seguindo em frente com a vida dele.

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Parte 5: Legalmente Falando - Fatos Cotenciosos

[ sábado, 30 de março de 2013 | 0 comentários ]
5.4
Fatos Contenciosos

 


Uma parte muito importante de compreender os fatos que cercam esse caso envolve saber o que estava acontecendo no sistema do tribunal. Contencioso significa: instituto ou sujeitos a processos legais.
Após o Sr. Rothman deixar de ser o advogado Dr. Chandler, pelo menos na superfície, ele entrou com uma ação contra Michael Jackson e Anthony Pellicano, alegando que ele foi forçado a se abdicar da representação Dr. Chandler por causa da alegada conduta do réu. Mr. Rothman afirmou ainda que o réu interferiu com o contrato entre o Dr. Chandler e o filho dele, publicamente acusando-os de extorsão, quando o Sr. Rothman estava, de boa-fé, protegendo os clientes deles. Eu pego a exceção da declaração do Sr. Rothman, na queixa dele, com base em razões apontadas nas alegadas razões do Dr. Chandler para a contratação do Sr. Rothman como sendo o oposto de boa fé. Dr. Chandler foi claro ao afirmar que ele contratou o Sr. Rothman para “destruir todos à vista em qualquer forma desonesta, sórdida, cruel que ele pode fazer isso...”
Sr. Rothman também acusou os réus de apresentação de um relatório policial falso à polícia de Los Angeles por extorsão, e que tais ditais falsas informações impediram o Sr. Rothman de ser capaz de representar os clientes dele, porque ele não podia continuar sob a nuvem de tais acusações falsas.
Sr. Rothman alegou e afirmou que os réus também criaram uma barreira entre ele e a família Chandler. Ele ainda argumentou que o Dr. Chandler contratou novo advogado que concluiu com sucesso a alegação que ele havia iniciado.
Claro, ele os acusou de calúnia e difamatórias declarações que, ele alegou, o expuseram ao ódio, ridicularização e desprezo. Ele alegou ter sofrido perda de reputação, vergonha, humilhação, constrangimento e humilhação.
Sr. Rothman não era páreo para a nofa firma legal de Michael Jackson, Katten Machin & Zavis. Durante o curso dos esforços dele no processo contra os réus, o Sr. Rothman cometeu um monte de erros judiciais que os advogados de Michael Jackson foram rápidos em apontar e corrigir abertamente em tribunal. Nesse momento o Sr. Rothman estava sendo representado por Wylie A. Aitken. O movimento foi retirado do calendário por força de um pedido do movimento de 4 de novembro de 1993.
Mr. Rothman falhou e se recusou a participar da deposição noticiada dele repetidamente, levando os advogados de Michael Jackson a apresentar uma moção para obrigar o depoimento do Sr. Rothman, bem como pedidos de sanções. O Sr. Rothman reclamou o privilégio advogado / cliente como a base dele para não comparecer à deposição para qual foi intimado. Os advogados de Michael Jackson o advertiram de que ele deveria ter obtido uma renúncia de privilégio antes de apresentar, no prazo de ação, e que ele deveria ou obter a renúncia ou arquivar o caso.
Em 8 de janeiro de 1994, um Pedido de Notificação Judicial foi apresentado e definido para audiência em 2 de fevereiro de 1994, em simultâneo com uma Moção para Atacar a reclemação do reclamante (Rothman) à segunda emenda. Em Uma Estipulação de Movimento para Retirar o Calendário apresentada pelo Sr. Weitzman e Sr. Katten, os pontos-chave afirmaram que Michael Jackson já havia demitido o Sr. Weitzman e Sr. Katten do caso. Isso afirmava, ainda, que o Movimento para Ataque não era o veículo mais desejável para trazer o litígio entre as partes sobre o significado e intenção do Acordo perante o Tribunal. Sr Weitzman e Sr Katten sugeriram que o senhor Rothman ajuizace uma Moção par Deixar para emendar a verifica Reclamação da Segunda Emendena dele, se ele quisesse nomear os senhores Weizman e Katten como réus como o apropriado veículo para apresentar ao Tribunal o litígio entre as partes.
O Tribunal garantou a Moção para Compelir e ordenou que a deposição do senhor Rothman fosse tomada e sancionou o Sr. Rothman em 850 dólares.
Sob a lei federal, título 28, seção 1927, são impostas sanções contra os advogados por conduta que manifesta descaso intencional ou negligente aos deveres do advogado como oficiais do Tribunal. O Tribunal examina se a conduta do advogado, quando objetivamente considerada, impôs encargos excessivos e injustificados ao Tribunal e as partes em oposição, e se o advogado agiu de forma imprudente ou com indiferença à lei.
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Redenção: A Verdade Por Trás das Acusaões de Abuso Sexual Contra MJ

[ terça-feira, 22 de janeiro de 2013 | 0 comentários ]






REDENÇÃO

A Verdade Por Trás das Acusações de Abuso Sexual Infantil Contra Michael Jackson

Por Geraldine Hughes

Traduzido por Elenmj

Revisado por Daniela Ferreira

Para o blog The Untold Side of the Story
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Página da Editora

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Página da Editora

 

 

A produção deste manuscrito estava indo num bom caminho quando as últimas acusações contra Michael Jackson se tornaram públicas. Naquele ponto nós decidimos mudar a data de lançamento por causa da demanda repentina para o livro. Devido a isso, queremos pedir desculpas ao leitor por quaisquer erros na produção que possam ter ocorrido.

Para respeitar a privacidade do menino, então com 13 anos de idade, decidimos não identificá-lo pelo nome.

Meus agradecimentos a nossa equipe pelo seu trabalho árduo em conseguir preparar esse manuscrito em prazo tão curto - Departamento Editorial: Steven e Debra Macon, Meagen Pratt, e Connie Armentrout.

Departamento de Arte: Donna McNutt, Mike Zug e Jennifer Phillips Webster.

Marketing: Donna Bird.

 

James Armentrout

Diretor Geral Executivo,

Branch & Vine Editores, LLC
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Uma Nota aos Meus Leitores

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Uma Nota Aos Meus Leitores:

 

 

 

Eu originalmente intitulei este livro de 'The Set-Up'. Definido como: colocar à frente (como um plano) para aceitação. Causar. Criar. Fazer cuidadosamente planos elaborados para... entrar em operação ativa ou usar ...

Eu já decidi mudar o título para 'Redenção' que significa: Desvencilhar-se de um estado indesejável. Em outras palavras, "colocar algo que foi tirado do lugar de volta, em seu devido lugar”.

 

Quero começar dizendo que eu não sei de Michael Jackson e nunca conheci Michael Jackson. Eu não venho em nome de alguém que conheça Michael Jackson. Não fui paga por Michael Jackson nem estou agindo em nome de ninguém por Michael Jackson para vir com este livro. Não tive qualquer ajuda de Michael Jackson ou de quem trabalha em nome de Michael Jackson para vir adiante com este livro.

Eu venho por minha própria iniciativa e interpretação, de que tudo escrito neste livro é o que eu testemunhei, é de minha própria crença e de meu conhecimento pessoal e público. Posso atestar a veracidade das informações aqui contidas.

 
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Prólogo

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Prólogo

 

 

No verão de 1993 eu era a única secretária legal que trabalhava para Barry Rothman, o advogado que representava o pai do menino de 13 anos, que acusou Michael Jackson de abuso sexual infantil. Estou vindo para dar um relato fiel dos acontecimentos que levaram às acusações de abuso sexual infantil. Eu também quero lançar luz sobre os fatos que cercam o caso. Sinto que é hora de o mundo saber o que eu sabia o tempo todo a respeito das alegações de abuso sexual infantil contra Michael Jackson. A verdade vai falar por si só.

'Redenção' traz uma alavanca para a alegação de abuso sexual de crianças, desde que tudo começou com as acusações de um menino. Agora, com o testemunho único, eu gostaria de apresentá-lo a outro ponto de vista que vai lhe trazer a verdade sobre Michael Jackson e as acusações de abuso sexual infantil, como eu testemunhei de dentro das paredes no campo dos acusadores.

Todas as informações contidas neste livro são de meu conhecimento pessoal, baseado no que testemunhei e uma grande quantidade está disponível nos registros públicos – além de meus direitos através da Primeira Emenda – Liberdade de Expressão.

Não estou divulgando qualquer informação que esteja protegida pelo privilégio advogado / cliente. É a minha posição de que a relação advogado / cliente não foi ética e não ofereceu proteção baseada no seguinte: A proteção que é concedida à relação advogado / cliente está baseada na suposição de que os advogados são consultados para fins de atividade ética e legal, não para criar meios burlar a lei. Quando a fundamental confiança que a sociedade coloca nos advogados é quebrada, a proteção que o privilégio advogado / cliente proporciona, torna esse privilégio não mais aplicável. O privilégio advogado-cliente foi projetado para facilitar a administração da justiça, não para frustrá-la.

Além disso, nada contido neste livro é planejado para lançar uma sombra de dúvida sobre a competência do nosso Promotor de Justiça, de nossos Departamentos de Polícia, do Departamento de Serviços para Crianças, psiquiatras e/ou dos meios de comunicação. As referências feitas neste livro a respeito das agências mencionadas acima são referenciadas apenas para dar uma explicação do que realmente aconteceu durante o caso. De forma alguma eu gostaria de lançar dúvidas sobre a sua competência e/ou credibilidade.

 

Agradeço a Deus por tantos homens e mulheres que trabalham com a Promotoria de Justiça, as muitas agências de departamento policiais, o sistema judicial, o Departamento de Serviços para Crianças, os psiquiatras e os meios de comunicação. É um esforço conjunto, de todas as partes, em manter as nossas ruas seguras no dia-a-dia. Apesar de fazer comentários fortes sobre o tratamento deste caso, devo salientar que todos eles estavam operando sob a crença de que um crime contra uma criança tinha sido realmente cometido. Enquanto eu aplaudo seus esforços na busca de justiça, parece que muitos deles foram apanhados no frenesi e não quiseram sair, quando não havia evidências para apoiar as alegações que pudesse ser encontradas.

 
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